Durante uma teleconferência de resultados do terceiro trimestre do ano da Disney, Bobby Chapek, CEO da empresa, se pronunciou pela primeira vez sobre o processo movido por Scarlett Johansson contra o estúdio.
Chapek falou em seu pronunciamento sobre seu antecessor, dizendo que a estratégia adotada pelo estúdio foi de maneira a reforçar o compromisso do estúdio para com o longa estrelado por Johansson assim como para alcançar o maior público possível.
“Bob Iger e eu, junto com a equipe de distribuição, determinamos que essa era a estratégia certa para nos permitir alcançar o maior público possível”, afirmou Chapek.
O CEO também descreveu o processo, movido contra o estúdio, como uma anomalia pois, segundo o mesmo, os contratos foram remanejados para que todos que tivessem seu bônus ligado ao desempenho em bilheteria não fossem prejudicados .
“Nós descobrimos maneiras de compensar de forma justa nosso talento para que não importa qual seja o modelo de negócios... Todos se sintam satisfeitos”, disse Chapek.
Ainda segundo Chapek, o estúdio analisa o lançamento de cada filme, caso a caso visando o mercado global e o comportamento do consumidor.
"A Disney cumpriu totalmente seu contrato com a Sra. Johansson e, além disso, o lançamento de Viúva Negra no Premier Access do Disney+ aumentou significativamente sua habilidade de ter ganhos adicionais além dos US$ 20 milhões que ela já recebeu até agora", disse a empresa em seu pronunciamento oficial.
Apesar do lançamento simultâneo no cinema e streaming, o longa arrecadou U$215 milhões em todo o mundo, porém, foi a maior queda de bilheteria em sua segunda semana que a Marvel Studios sofreu nos últimos anos.
